Estresse térmico: Como minimizar as consequências através de estratégia nutricionais.

Estresse térmico: Como minimizar as consequências através de estratégia nutricionais.
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A chegada do verão é uma grande preocupação na gestão dos rebanhos leiteiros, pois estresse térmico impacta no bem estar, na capacidade produtiva e nos índices reprodutivos dos animais.

Acima de 22 ºC, o consumo de matéria seca cai, especialmente quando associado a alta umidade relativa do ar, levando o animal a um balanço negativo de nutrientes e ao aumento na mobilização de reservas no organismo, com sérias consequência produtivas e reprodutivas. Outra consequência do estresse térmico é o direcionamento periférico do sangue para maximizar a dissipação de calor, enquanto ocorre vasoconstricção no trato gastrointestinal, com menor assimilação de nutrientes e potenciais riscos à barreira intestinal.

Nos períodos quentes, o significativo aumento da frequência respiratória (ofegação), cardíaca, excreção de gás carbônico e a eliminação de bicarbonatos através dos rins, leva o animal a acidose metabólica. Além disso, a redução da salivação aumenta o risco de acidose ruminal.

O estresse térmico durante o período seco das vacas diminui o peso do bezerro ao nascer e compromete a transferência passiva de imunoglobulinas do colostro e funções imunológicas mediadas pelas células dos bezerros durante o período pré desmame.

Todos estes impactos são potencializados quando lidamos com animais de alta produção, que são particularmente mais sensíveis às variações de temperatura e umidade. Medidas básicas para redução da temperatura ambiental, tais como gotejamento, ventilação, água fresca e limpa e construções bem planejadas, com orientação, pé direito e espaçamento adequados, são essenciais ao bem estar dos animais. Mas e nutricionalmente? É possível adequar a dieta para amenizar os efeitos do estresse térmico? Sim, é possível. A seguir, apresentaremos as soluções nutricionais da Mig-PLUS para reduzir as perdas nos períodos quentes.

Conhecidamente, a substituição parcial de fontes energéticas e proteicas fermentáveis, como os carboidratos e proteínas verdadeiras, por fontes não fermentáveis, como as gorduras e aminoácidos sintéticos protegidos, reduzem o incremento calórico da dieta, aumentando o consumo de matéria seca. A partir desse conceito, a Mig-PLUS desenvolveu a linha de raçõesLeiteMig FS, com base em gordura inerte, e o suplemento Mig Smart, à base de metionina sintética protegida, possibilitando a formulação de dietas com menor taxa de fermentação ruminal e menor incremento calórico, adequadas para períodos quentes.

Aditivos como a niacina protegida, o cromo orgânico e a oleoresina de capsaicina, atuam de forma sinérgica na redução do estresse, no aumento da vasodilatação periférica, no aumento da salivação e secreções enzimáticas e manutenção da integridade intestinal, através de sua ação anti-inflamatória. O produto Mig Freshcontém todos esses aditivos e comprovadamente auxilia as vacas leiteiras em períodos de estresse calórico, através da maior perda de calor para o ambiente, maior conforto e maior consumo de matéria seca.

Consulte nossa equipe técnica para mais informações.